Márcio Rodrigues

Sobre o autor: Nascido em 1986, o paulistano Márcio Rodrigues começou a rascunhar seus primeiros parágrafos aos 15 anos. Hoje, formado em Propaganda e Marketing e Pós-Graduado em Comunicação nas Redes Sociais, concentra pontos de vista sobre relacionamentos em forma de contos nada convencionais. Acessado por mais de 30 países, seu blog Um Travesseiro Para Dois já lhe rendeu palestras em universidades abordando a forma com a qual as pessoas lidam com seus sentimentos nas redes sociais, área em que atua profissionalmente. Marcio Rodrigues une a explosão de sentimentos do ser humano com a forma que costumamos reagir a eles. Sentimentos simples como a despedida, seja na catraca do metrô, ao telefone, no velho álbum de fotos…  O autor une pequenas coisas ao valor que as pessoas costumam dar a elas. Acostumado com o meio virtual, o autor aguarda, curioso, o lançamento do livro impresso, e assume já ter ideias para um segundo projeto. Marcio também integra a banda de pop-punk Dinamite Club, como guitarrista.

Sobre o livro: “Sabe quando você se sente abraçado pelas palavras? É assim que Um Travesseiro para Dois me faz sentir. Abraçada, acolhida, compreendida e, algumas vezes, exposta.” É estranho ler um conto escrito por outra pessoa e se encontrar ali, perfeitamente descrita, com todos os segredos e sentimentos expostos. É engraçado ler um conto e se sentir protagonista daquela história e ficar pensando “mas como ele sabe que eu passei por isso?”. É estranho, engraçado e apaixonante! A gente se apaixona pela leveza da escrita, pela positividade e até mesmo pelos maus momentos, afinal, eles sempre vêm com uma dose de estímulo para fazermos diferente. Nesse travesseiro encontramos histórias criadas por alguém que gosta de observar o mundo e tem um dom especial para captar detalhes que, para muitos, passam despercebidos. Aquela menina sorridente no café? O casal de mãos dadas atravessando a rua? O rapaz cabisbaixo na livraria? Tudo é motivo para um conto novo. Todo encanto pela vida e por viver são motivos mais do que suficientes para brindar o mundo com palavras. Talvez seja por isso que nos sentimos tão parte desses contos e nos encaixamos tão bem neles. Eles são reais e perfeitamente palpáveis

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