Mauricio de Andrade

Sobre o autor: Maurício de Andrade, paulista, é explorador na área de antropologia, professor, músico, artista plástico e escritor. Tem ao longo de sua jornada empreendido a busca da natureza divina e humana em todas as suas nuances. Nessa importante compreensão da vida tem trabalhado e conhecido povos, filosofias, crenças e culturas por vários lugares do Brasil e do mundo. Como palestrante desenvolve e apresenta temas sobre o aprimoramento da consciência e espiritualidade, trabalha como conselheiro humanitário e desenvolve atividades voltadas a educação da paz. Trabalha como consultor de relações humanas e em pesquisas de campo. Trabalhando com vários projetos humanitários, envolvendo principalmente subsistência e preservação, tem realizado desde o ano 2000 projetos com os índios xavantes no centro do Mato Grosso. Como escritor, publicou em 1997, em parceria com Roberto Simonsen Neto o livro “A Mudança de Paradigma”. Tem publicado desde então pela internet matérias sobre a humanidade e o conhecimento, somando-se hoje mais de seiscentos textos, entre matérias em boletins científicos e jornais virtuais.

Sobre os livros:

“Turaya, Histórias que Nunca Foram Contadas” é a obra de Maurício de Andrade, pesquisador na área da antropologia e espiritualidade que convive com vários povos e busca, em suas diversas filosofias e sabedorias, um novo sentido para a humanidade. “Turaya” traz contos sobre a variedade de crenças, mas sobre o viver comum também, os dilemas implícitos igualmente em todas as crenças e viveres, do passado clássico ao atemporal, da simplicidade da oração às experiências de sacrifício por amor. Nos dilemas e questões explorados, há questionamentos e reflexões na tentativa do encontro de uma nova visão e sentido da vida. Nesse universo, a sabedoria não tem tempo nem espaço, a verdade tão almejada por todos não pertence a ninguém. Esse é o universo de “Turaya”.

Em “Teu Próximo é Toda a Humanidade”, o autor propõe um compêndio de reflexões pontuais, acerca do complexo processo que envolve o situar do outro em sua compreensão plena, no individualismo da percepção ególatra do “eu”, o que se torna uma atitude imprescindível mediante uma sociedade contemporânea que abunda em intolerância às diferenças. Tal postura é, por certo, uma causa indelével do ressurgir virulento da cultura do ódio, e da transgressão abrupta dos preceitos éticos, anulado assim o respeito pelo outro.

Estes ensaios são compostos de maneira a apresentarem representatividade e fluência isoladamente, porém são dotados de sustância e confluência temática em seu conjunto, possibilitando uma experiência contemplativa ao leitor, revelando uma meditação compartilhada, em tempos da necessidade de repensar a humanidade e suas ações neste mundo.

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