KAZUÁ APRRESENTA: ‘Vulcanizada’, de Ana Alencar

05/01/2018

Ana Alencar é pedagoga, professora na rede pública de ensino de São Paulo, poeta, mulher-mãe-avó que acredita na beleza, na força, na determinação e na liberdade da mulher em ser o que é, em fazer o que quer e amar como e quem quiser. Escreve poesias desde sua juventude mas, somente nos últimos 5 anos tem se dedicado à essa arte que, para ela, é como uma necessidade diária essencial para sua vida.

É colaboradora na revista digital Ambiente Legal que publica artigos com temas ambientais, jurídicos, sociais, políticos e artísticos. Participou das coletâneas: “Poesias Escolhidas:Vozes de uma Alma –  vol.I”, “Poesias Escolhidas: O melhor de mim – vol. II”; do projeto poético Mandala e do Projeto Poemas 10!. É idealizadora do livro “Elas são de Marte, Mulheres sem Censura” que reuniu 68 mulheres de todos os cantos do Brasil e do exterior, de todas as idades e classes sociais, poetizando o amor e o prazer sexual. Neste projeto, seu objetivo é diminuir os tabus e preconceitos que as mulheres sofrem quando tratam de assuntos eróticos nas redes sociais, e ainda ser um grito de liberdade dentro de sociedades e relacionamentos repressores em que vivemos.

Sobre a obra: A poesia erótica é, talvez, uma das mais difíceis de se escrever. A tênue linha entre a transcendência sexual e a simples descrição do coito é uma das armadilhas desse gênero. No entanto, a poesia de Ana Alencar em VULCANIZADA” consegue se desenvolver à vontade por meio de uma leitura espiritual do sexo – não deixando de apresentar trechos descritivos que acrescentam muito à sensibilidade da leitura.

Ao leitor, é essencial perceber que a obra de Ana passa longe da frigidez de alguns poetas eróticos: é um culto a Eros, no sentido mais próprio do deus que deu origem ao termo erótico; ou seja, a sexualidade não é somente o toque pelo toque, é aproximação e devoção espiritual.

Tá saindo do forno, pela Editora Kazuá!