LANÇAMENTO: ‘Se7e Pecados Tropicais’, de Cícero Nepomuceno

07/08/2017

Na próxima sexta-feira (11), no Espaço Cultura Kazuá, o autor Cícero Nepomuceno lança seu livro Se7e Pecados Tropicais, uma coletânea poética. O evento começa as 19h e vai contar também com a exposição das ilustrações originais do livro e outras obras do artista plástico Daniel Yamamoto.

Além da venda do livro e sessão de autógrafos, o autor convidou outros artistas parceiros para a realização de intervenções e a leitura dramática de algumas das poesias que compões o livro. Andressa Ferreria, Bárbara Boury, Filipe Santos, Higor Feroli e José Ramos Jr. vão se apresentar durante a noite.

Para fechar o evento, a partir das 22h30, a banda Licença Poética, da qual Cícero faz parte e que possui composições de Márcio Castro e Roni Reis, além do próprio autor, realiza um pocket-show para celebrar o lançamento.

CONFIRME PRESENÇA NO EVENTO!

Cícero Nepomuceno é um artista paulistano com trabalhos também na música, onde integrou as bandas Livres entre Si e Licença Poética. A partir dessas experiências, publicou um livreto independente chamado Labutaria – Poesia Sonora. Adentrou saraus, apresentou sua arte e se valendo das redes sociais, passou a publicar poemetos e versos avulsos registrando ali seus sentimentos de supetão. Assim surgiram os elementos necessários para contextualizar o livro Se7e Pecados Tropicais.

Sobre a obra: Inveja, Ira, Luxúria. Os pecados capitais deixam de ser dor e punição quando revistos pelos olhos contemporâneos dos “Se7e Pecados Tropicais”. Essa obra profunda e cheia de significados reforça que não há limite para a expressão artística verdadeira. Desafiando velhos conceitos, o livro nos convida a olhar com atenção para a vida corriqueira e a pensar sobre os pecados já conhecidos, mas que ainda despercebemos: Fuga, Corrupção, Rotina, Apego, Abandono, Julgamento e Culpa. As lindíssimas poesias abordam esses grandes temas em suas essências, tocando o coração dos leitores e concluindo que “talvez” o grande pecado seja acreditar na própria existência do pecado.